Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora
com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de
cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num
café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick,
um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar
outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um
tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado.
Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e
esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo
parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse
sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida.
E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.
RESENHA
Eu falei tanto que não ia ler esse livro, que era
mais um livro modinha, um romance água com açúcar, com o final feliz que todo
mundo conhece em 99% dos romances. Um dos motivos era a capa que mais parecia
capa de livro infantil (sim, eu julgo o livro pela capa e muitas vezes quebro a
cara!), não me atraía em nada esse livro. Mas... De tanto mimimi, resolvi
encarar a leitura.
Adivinha só o que aconteceu! Sim... eu amei o
livro!
Jojo Moyes me fez rir, mas também me fez chorar
horrores com essa leitura, esse livro me envolveu de uma forma que poucos
conseguiram até hoje. É o tipo de livro que eu gosto, onde nem tudo termina em
flores... Gosto de um pouco mais de realidade, não muito, porque se não leria algo
que não fosse ficção, mas gosto muito quando o autor coloca a historia um pouco mais comparável
com a vida real.
A história da Louisa deixa uma lição de vida muito inspiradora, algo que a gente deve perguntar, se não estamos fazendo o mesmo que ela, arrumando desculpas pra não sair da zona de conforto.
Já a parte do Will, me deixa desconfortável, acho que jamais teria a coragem de apoiar a decisão dele.
Enfim, lindo... Mas acho que se o filme fizer jus ao livro, não aguento não!. Quem for
ao lançamento do filme aí vai uma dica muito útil: LEVE LENÇOS!!!


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