~~ DESCRIÇÃO ~~
O sangue de Mare Barrow é vermelho,
da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade
a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que
essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma
perigosa que a corte real quer esconder e controlar.
Quando finalmente consegue escapar do
palácio e do príncipe Maven, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a
única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge do vingativo Maven, a garota
elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um
exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare
precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela
está tentando deter.
~~ CITAÇÃO ~~
“Se sou uma espada,
sou uma espada de vidro, e
já me sinto prestes a estilhaçar.”
“Todo mundo pode trair todo mundo"
~~ RESENHA ~~
Todo amor que
declarei na Resenha do livro #5 de 2016 - A Rainha
Vermelha - se foi nesse segundo livro.
Aí você me
pergunta, “Nossa Dindy, mas o livro é ruim?”.
Não, não é! Mas não
agradou como o primeiro!
Explico, faltou
romance mais uma vez, Mare deixou uma impressão de que não ama ninguém. Ela
repete tanto a frase de Julian “todo mundo pode trair todo mundo” que fica
claro que ela não confia nem nela mesmo. Faltou Cal ter uma participação mais
envolvente e com maior destaque. Teve morte sem necessidade e que não levou a
lugar algum e principalmente, faltou fechar o assunto! Seremos obrigadas a ler
o terceiro livro pra saber o que vai acontecer. Confesso que se não terminasse
sem fechar o assunto eu não iria ter um pingo de interesse pela sequencia.
O livro em si é
muito bem escrito, a narrativa te prende como nos outros livros da Victoria, mas
me deixou com um “q” de decepção.
Se você leu e tem
outra opinião, comenta aqui no blog! Porque sinceramente pra mim deixou a
desejar.


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