quinta-feira, 24 de março de 2016

RESENHA: LIVRO #6 - 2016 / O DIÁRIO DE UMA SUBMISSA – SOPHIE MORGAN



SINOPSE

Jornalista independente, de 30 e poucos anos, Sophie Morgan não tem vergonha de admitir que tem gostos sexuais excêntricos. Entre quatro paredes — mas só entre quatro paredes, que fique claro desde o início —, ela gosta de ser submissa.
Desde bem jovem ela passou a notar que pensava bastante em sexo. Também percebeu o quanto algumas experiências inusitadas mexiam com ela de uma maneira profunda. Mas foi só na faculdade que ela começou a viver experiências consideradas fora do padrão e notar o quanto aquilo tudo lhe proporcionava um enorme prazer. 
Depois de viver sua primeira relação sexual sadomasoquista, sem sequer saber direito classificá-la como tal, sente-se definitivamente atraída por esse novo mundo. E após um caso quente e revelador com seu amigo Thomas, é em James que Sophie encontra seu dominador verdadeiro e uma paixão que a leva a testar limites que nem ela mesma poderia imaginar.
Ela é uma mulher como outra qualquer, inteligente, carinhosa, sarcástica e que, como ela sempre faz questão de dizer, com uma família amorosa e presente. Mas muito cedo começou a perceber que seu interesse sexual não era tão convencional assim e aquilo que a excitava não era o que excitava suas amigas. Na verdade, tinha certeza de que as deixaria chocadas. 
Mesmo gostando de ser submissa, Sophie precisa tomar cuidado ao externar essa faceta. Por receio de ser julgada, ela tem que saber muito bem com quem e como falar sobre isso. “Ser uma mulher submissa dá a sensação de algo politicamente incorreto, mas é minha escolha e eu tenho a liberdade de fazê-la”, diz, alertando para os estereótipos prejudiciais em relação aos que praticam o sadomasoquismo.
Sophie reconhece que o mega sucesso da saga Cinquenta tons de cinza tem contribuído de forma expressiva para a popularização da prática sadomasoquista, mas garante que a última coisa que pretende ser é pervertida. Na vida profissional e social, ela é uma mulher responsável, competitiva, preocupada com suas contas e com algumas gordurinhas indesejáveis. Enquanto é teimosa e independente no dia a dia, tem um outro lado que só aflora quando confia no parceiro com quem vai jogar.




RESENHA

Ehh................ ham................. <= Essa é a minha reação ao pensar no que escrever sobre esse livro!

Mas vamos por partes então...

Primeiro, a autora, Sophie Morgan escreve muito bem, livro narrado em primeira pessoa, o que é de se esperar por se tratar de um ‘diário’, ela te envolve com sua escrita de uma forma que muitos não sabem fazer.

Segundo, li o livro todo sem ter observado que na capa dizia que é uma história real!!!!! REALLLL!!!!!!!!! Após ver isso, fiquei mais chocada ainda, porque até então, para mim era só mais uma história com muita criatividade!

Terceiro, essa é a melhor definição que li sobre como me senti ao ler esse livro:  “Sabe quando alguma coisa é tão chocante que você simplesmente não consegue parar de olhar? Tipo um acidente de trem. Pois foi assim que esse livro foi pra mim.” http://www.peixinhoprateado.com

Quarto, esqueça qualquer coisa que você leu sobre BDSM, era tudo fantasia! Se não era, então esse livro é obra de uma masoquista doente! 50 tons e companhia são tudo brincadeira de criança!

Não consigo entender uma mulher sentir prazer ao ser espancada e humilhada da forma como Sophie relata. Fere totalmente minha parte feminista, que gritava cada vez que ela relatava que seu eu interior mandava fugir, ou cada vez que ela relatava os choros e sua bunda escorrendo sangue! Enfim, deixando minha opinião sobre BDSM de lado e voltando ao livro em si, é uma leitura que te choca, te irrita, te faz ter vontade de socar a protagonista até ela acordar pra vida. Mas enfim, vale a pena a leitura...

Quatro estrelas, porque apesar de ter me chocado muito, também me prendeu a continuar e ler ate o fim! 


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